terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A BUSCA DO TRABALHO E DA PAZ NUMA PERSPECTIVA CONTEMPORANEA


" Não vos aconselho o trabalho,mas a luta. Não vos aconselho a paz,mas a vitoria! Seja o vosso trabalho uma luta! Seja a vossa paz uma vitoria!"
Friedrich Nietzsche

   Quando Nietzsche pensou essa frase a conjuntura politica mundial necessitava (e ainda necessita) de mudanças politicas urgentes, sobretudo com criticidade e criatividade. Nos dias atuais com as mudanças substancias do mundo do trabalho é preciso (re) pensar o nosso posicionamento enquanto sujeitos deste processo de mudanças, o que ocorre quase que diariamente e não nos damos conta disso. 

  Se o mundo está mudando, claro que o capital com ele está movimentando-se de maneira irrevogável, os países do mundo com menor poder de produção, ou seja, como afirmou Marx não são os detentores dos meios de produção, continuam mesmo que apresentando mudanças substanciais em suas politicas de estado indo a "reboque" dos países com maior poder aquisitivo e de decisão politico-econômica.
  
  Diante disso a mais valia apresenta-se como a mola mestre do crescimento do capital, sobretudo o virtual. O trabalhador continua o laboro no horário ocioso. As redes sociais com o advento da Internet, o que facilitam os meios de comunicação entre os sujeitos, também trouxeram situações que o mundo do trabalho (aqui falando da sua contextualização politica) propõem novas formas de enfrentamento e tem se tornado tema de debates nos meios sociais, sobretudo da jurisprudência brasileira.

  A paz tem sido algo flutuante, ou seja, momentâneo, do ponto de vista periférico, a violência do cotidiano tem se apresentado como uma vertente da "capilarização" sistematiza da inoperância do estado. A privacidade não tem sido observada,as pessoas estão tornando-se reféns de sua própria criação.

  Do ponto de vista mundial a paz tem sido produzida, com o advento da violência perpetrada pelos países com maior poder bélico, tudo isso financiado por um conglomerado politico avido pela exploração e rapinagem de recursos naturais (petróleo... etc).

   O presente já não se apresenta como uma possibilidade de analise para uma previsão do futuro, pois o pensamento não é mais localizado e sim global,para pensarmos o futuro é preciso uma analise mais complexa das coisas/questões.

    É preciso pensar com maior insistência e perspicácia em atitudes, em ações cotidianas e a longo prazo. As mudanças são reais e não retrocederão em sua progressão (...).

A educação ainda é fundamental para articular a luta pela mudança, tanto no que diz respeito ás forma do trabalho, bem como da paz que queremos ter. 

Por: Cláudio Santos